sábado, 23 de fevereiro de 2013

"O S3 é mal acabado", foi o que disseram. HÃ?!?

Outro dia ouvi uma frase, em um podcast de um """site de tecnologia""" (coloquei muitas, muitas aspas, depois de algumas coisas que ando ouvindo e lendo neste site), que fez meu ouvido sangrar alguns litros: "O acabamento do S3 [sim, estão falando do Samsung Galaxy S3] faz ele ser um motor Ferrari dentro de um Fusca, parece um celular de entrada".

Este é o Samsung Galaxy S3.


Se eliminarmos o fato de que, claramente, esta declaração se trata de uma obra de arte "macfag", eu, ~infelizmente~, mesmo assim, vou discordar deles.

Listo, hoje, dois motivos.

É um ABSURDO comparar o hardware do S3 com motores Ferrari. 
Se o S3 tivesse um motor like Ferrari, aí sim, ele seria como um celular de entrada, ou como usar um iPhone3GS hoje em dia. Experimente fazer isto por 5 minutos e entenderá. (calma, calma, tifosi... foi só uma brincadeira!)

O acabamento do S3 faz ele parecer um celular de entrada?
É, considerando a ~resistência~ dos iPhones (leia-se: praticamente nenhuma), esta turma pode mesmo falar muito. E lamento, mas dizer que o acabamento, e material utilizado na confecção do S3, faz ele parecer um low end* , fico realmente curioso para saber como são os acabamentos high-end.

*traduzindo low end Os aparelhos denominados low end são modelos mais básicos e voltados principalmente para quem usa o celular “para falar” e mandar mensagens de texto ou fotos com pouca resolução. O que passar deste uso num low end, é um uso "errado", já que está exigindo MAIS do que o aparelho se propõe a executar.

Este meu "desabafo", diante da declaração infeliz que ouvi, poderia durar horas, páginas, mas eu acabaria me passando por um fã de celulares Samsung, coisa que não sou.
Sou, na verdade, um feliz e satisfeito ex-proprietário/usuário de um Galaxy S2, hoje tenho um S3. 

Depois de ter sido bem atendido na assistência técnica da Samsung em Belo Horizonte, depois de ver o meu Android sendo atualizado duas vezes em menos de um ano, depois de comprar este aparelho e nunca mais deixar de registrar momentos que queria, com qualidade, e pagar só 60% do que a turma do iPhone-CaiQuebra paga por um aparelho inferior à ele, sinceramente, acho melhor eu parar por aqui.

Uma coisa é certa: tem muita gente se dizendo "especialista em tecnologia mobile" que vem fazendo declarações tão bem construídas quanto Joel Santana falando em inglês. Cuidado aí, gente... oh raite?!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

CinePatux3em1: Identidade Bourne (The Identity Bourne)

Olá!
Tudo bem!?

Hoje estou estreando a seção "CinePatux3em1" neste humilde, e pessoal, blog.
A proposta é simples: fazer humildes, simples e práticas anotações sobre os filmes que eu ver, seja no cinema, Netflix, em DVD, Blu-Ray, VHS, etc.

Para começar, um filme que estava na minha lista desde maio de 2012:



Identidade Bourne
(ou em bom inglês, The Bourne Identity)
IMDb, Wikipedia

domingo, 3 de fevereiro de 2013

E se o "Patux" morresse?

Ontem me peguei, mais uma vez, imaginando como seriam meus dias, minha rotina, caso eu decidisse simplesmente """apagar""" o "Patux" da internet, e tirei algumas conclusões prévias. Possivelmente você já tenha se feito o mesmo questionamento.

Sem Google+, sem Twitter, sem Facebook, sem podcast para gravar e editar, sem site pra gerenciar. Nada.

Vamos à lista, sem definir o que é pró e o que é contra, porque isto é por demais relativo.

  • eu leria mais notícias, livros, contos;
  • eu voltaria a escrever mais (até escrevo um bocado, vocês é que só tem acesso à parte disto);
  • veria mais filmes e séries;
  • dormiria mais;
  • consumiria menos conteúdo em forma de podcasting;
  • teria menos contato com alguns conhecidos e colegas;
  • teria menos amigos do que tenho;
  • gastaria menos com artigos tecnológicos;
  • a Fórmula 1 perderia quase metade da graça que tem para mim hoje;
  • futebol não seria mais que um pseudo-esporte (hoje ele é um pseudo-esporte que me rende muitas, mas MUITAS, risadas graças à interação que o "Patux" tem com outras pessoas sobre o tema);
Enfim, esta é uma pequena lista de mudanças que minha rotina sofreria caso o "Patux" morresse.

Mas não, ele ainda não morrerá... ainda não...

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Nerd, humorista ou geek? Não, obrigado!

Saúde e paz!
Tudo bem com vocês?

A semana está passando e aquela colônia de nerds está reunida (Campus Party, #cpbr6), "poluindo" vivamente minha timeline do Twitter/Facebook/Google+ com um monte de "uhuuu, tô na Campus Party" e inúmeras frases e expressões do mesmo teor. Gosto de me lembrar que pior do que isto tem, então nem vou reclamar da alegria nerd da turma.

Porém...

...

...acontece que eu sou um não-nerd-convicto!!!

Apesar de ser um não-nerd-convicto ou, apenas, não ser nerd serem EXATAMENTE a mesma coisa, pasmem, isto parece ser um sacrilégio (!!) para uma boa parcela das pessoas com quem tenho contato (principalmente as que fazem parte de uma espécie de network no cenário de podcasting nacional).

Eu já devo ter perdido (no sentido de não ter tomado conhecimento) de um bocado de coisa nesta caminhada minha pela vida online, mas parece que exatamente numa destas partes foi criado um elo que fazia este link obrigatório entre ser nerd e ser podcaster.

[nota: podcaster é quem produz/publica conteúdo através de podcasting.
E não vou explicar o que é podcasting, mas a Wikipedia explica bacaninha pra você]

Acontece que ao perder esta parte onde este link foi criado (ok, sabemos que isto não existe, mas vamos fingir que ela aconteceu, para fins didáticos), "acidentalmente", me tornei um podcaster que não é nerd.

Satisfeito? Nããão!
Apareceu uma OUTRA parcela daquela network de podcasting brasileiro (é, a mesma) e cismou que se você não é nerd, então tem que fazer podcast de humor ou tecnologia/geek. Caso você não se enquadre, de alguma forma, numa destas três categorias, em bom e cristalino português: "tu não serve, mermão, tu tá por fora da parada, zin!"

Pois é... acontece que estou!

Do fundo do meu coração, eu nunca quis ser nerd, nada contra quem é (juro, nada mesmo), mas está longe de ser meu estilo de vida. E eu sou o tipo de pessoa que não está muito a fim, à esta altura do campeonato, de virar nerd.

Mas meu caso é grave. Explico. Se não sou nerd, haviam mais duas opções, certo!?

Ser humorista!! Opa, para, para, para!! Patux, humorista!? Se tem algo que em que eu sou péssimo, este algo é o improviso. E os BONS humoristas são (principalmente numa mídia como esta, de áudio em conversa) necessariamente bons improvisadores.

Resumindo: para eles, eu não tenho a MENOR capacidade e "tino" pra ser um BOM podcaster

Notícia ruim: mesmo assim, podcaster sou!

Quer piorar a notícia pra eles?? Eu pioro! Há mais um bocado de gente que, assim como eu  ("...como a maria, como o joão, como o zé, como sua tia, como sua mãe..."), produz conteúdo em podcasting, mas não faz humor, não é geek e não fala de conteúdo nerd. Impressionante é que mesmo assim são podcasters.

Diga aí: é impressionante ou não é!?
É sim! MUITO! Quase um milagre! 


[ok, espere um segundo, deixa eu parar de rir um pouco... pronto, voltando...]


Pense só: como é que pode, alguém ser podcaster sem ser nerd, sem ser humorista, sem ser geek e MAIS, sem NEM COGITAR ser radialista algum dia!??! Como é que pode isto!???

Resumindo, a pergunta é: "pode isto, Arnaldo?"

A resposta: Pode! (praticamente DEVE)

Então é isto. Vou fechando a questão com duas conclusões e um bocado de pedradas (previsão):
  1. Não fui à #CPBR6 simplesmente porque não me interessou. Poderia ir, mas não fui. Simplesmente a relação custo-benefício não valia à pena para mim, seja pelo conteúdo, seja pelo desgaste, seja pelo investimento necessário, seja pelas coisas que eu teria que abrir mão ao escolher ir, enfim, dentro do meu contexto, até ficar em casa, olhando pela janela, sem energia elétrica em casa, num dia chuvoso, valia mais à pena.
  2. Não sou nerd, não sou humorista, não falo de tecnologia, mas mesmo assim sou podcaster.
Foi mal.... acontece!!

Paz e saúde à todos!
Voltando à ilha de edição agora...