domingo, 27 de janeiro de 2013

Patux Poema Poesia #004 (semi-erótico)



Não narro como vi, narro como senti, como experimentei.
Simplesmente as palavras escorrem ao deixar minha mente desenhar o momento..

Foi assim, tão real como o brilho da lua e tão firme quanto a fé do pagão, que eu senti...

Era noite de sábado, estávamos num sítio, no campo.
O tempo não estava frio, mas caía chuva, uma chuva morna.
Até pouco antes da chuva cair, a gente conversava, sentados na grama, sob uma árvore.

Mas a chuva começou a cair, então caminhamos para fora da copa da árvore,
Nos abraçamos, dissemos palavras amenas de paixão,
Então nos beijamos...

Os beijos eram doces, mas de vez em quando se tornavam intensos,
A respiração, ofegante, ditava o ritmo dos beijos, das mãos, dos olhares,
Foi quando segurei teu corpo, firme, junto ao meu,
E quando te levantei, suave e brevemente, do chão,
segurando você junto de mim,
Você colocou suas pernas ao redor do meu quadril,
Eu de pé, segurava você abraçada a mim,
Abraçada, encaixada.

Enquanto te seguro firme junto a mim,
Nos beijamos intensamente, sentindo a chuva escorrer pelo tecido de nossa roupa,
Pela pele que até agora a pouco estava seca e intocada,
Nunca uma chuva foi tão bem vinda...

Um braço ao redor de tua cintura, outro segura tua coxa junto de mim,
Devagar, este braço sobe, deslizando da coxa até suas costas,
É quando, então, eu jogo os dois braços para trás de suas costas,
Você, de um jeitinho extremamente sensual, sem pressa,
se inclina para trás, apoiando teu corpo em meus braços,

Te beijo,
Descendo pelo rosto,
Pela lateral do pescoço,
Desço pelo colo,
Você segura meus cabelos,
Guia meus beijos pela tua pele,

Teus seios estão lindos, excitados,
Então você, molhada, sob a chuva, abre a camisa,
Olha para mim com desejo,
Eu olho em teus olhos, tua pele,
Teu corpo ficando nu, aos poucos, diante de mim,

Quando você termina de abrir a blusa, fecha os olhos,
Com uma mão, segura em meu ombro,
Com a outra segura meus cabelos, guiando meus lábios que passeiam, deslizam,
Provocam teus seios, ora um, ora outro,

Está excitada... ofegante...
Sente que é impossível parar,
Tira minha camisa, me abraça, me beija, me absorve,

Não importa a temperatura da água da chuva,
A chuva, agora, só define o tom da música,
Que entre um gemido de prazer aqui e ali, canta num mesmo tom,

A temperatura, esta, se define pelos dois corpos,
Incendiados,

Noite longa,
Regada pelas cheias nuvens do céu,
Temperada pelo nosso suor,
Alimentada por nosso desejo,
Realizada pela nossa paixão,

Foi real...

Até eu abrir os olhos, eu juro, foi real...

[da série "Patux Poema Poesia"]

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Patux Poema Poesia #003

Vestidas, são todas iguais.

Nuas, também.
Não será roupa demais ou de menos que fará a diferença, 
mas faz diferença. 
Entendeu!?


[da série Patux Poema Poesia, diretamente da mente doentia de +Beto Patux]

O lugar onde lazer e marginais se encontram


Neste domingo tivemos um grande jogo entre Atlético e Cruzeiro, na Arena Independência. É muito, muito triste saber que em prol da segurança de torcedores (gente do bem), para protegê-los de marginais (disfarçados de torcedores), precisamos limitar a entrada de uma das torcidas (desta vez do Galo, na próxima do Cruzeiro).

É muito triste perceber quanta gente ainda não aprendeu a lidar com o futebol como esporte, como entretenimento, como momento de diversão.

Quando eu chego no trabalho, na manhã seguinte aos jogos de Atlético e Cruzeiro, zombamos, brincamos, rimos, porque é assim que deve ser.

É apenas um esporte com times adversários. Não são inimigos, não definem sua renda, não definem sua profissão, não definem nenhuma das questões relevantes de 99,99% dos torcedores.

É muito triste quando somos vítimas da invasão de marginais e criminosos em coisas que, sem eles, seriam apenas motivo de brincadeiras, zombaria e alegria.

Esta noite eu vou dormir com uma certeza: precisamos encontrar uma forma de mudar isso SEM depender de nossos governantes (porque estes já se provaram totalmente incompetentes pra fazer o que deveriam). 

Estão tirando de mim um dos meus passatempos prediletos (ir ao estádio) e eu não escolhi isto.

(PS: ao contrário de meus governantes, cuja responsabilidade parcial é nossa, senão total)

[texto originalmente escrito em 27/08/2012, revisado e repostado hoje, 21/01/2013]

Para que o MAL prospere, basta que o BEM faça silêncio


Há anos eu venho buscando a resposta para uma simples, curta e enlouquecedora pergunta: o que eu posso fazer de útil à humanidade?

Confesso que já pensei em pelo menos cinquenta formas de executar isto.

Algumas eu venho colocando em prática, outras estou implementando, outras estão na fase de projeto, outras ainda estão paradas na fila.

Noites como a de hoje, diante de todo o contexto de minha vida, mais especificamente nos acontecimentos das últimas duas ou três semanas, me fizeram eu novamente me re-perguntar (existe “re-perguntar”?).

Olho a fome e miséria espalhada pelo globo terrestre (ou pela cidade onde moro), olho a violência descabida (vide os vândalos cretinos disfarçados de torcedores nos estádios de futebol), olho o imbecil preconceito contra centenas de coisas e pessoas sem o menor pingo lógico-racional. Me envergonho de ser humano.

Me envergonho de fazer parte, mesmo que indiretamente, desta absurda capacidade desenvolvida que nós, animais (pseudo) desenvolvidos, temos: de ser tão absurdamente inúteis aos nossos semelhantes.

[pausa]
Na verdade somos responsáveis diretos, mas fica politicamente correto falar que não…
[despausa]

Dizem por aí que se respeitarmos o próximo, se fizermos bem à uma pessoa por dia, resolveríamos 95% dos problemas no mundo. Faltou eles te contarem uma informação omitida (óbvio Patux, se faltou contar, logo é omitida): seria necessário que TODOS fizessem isto por VÁRIOS ANOS, cotidianamente, para consertar toda a m*rda que a humanidade criou. Porque esta tal humanidade criou muita, muita coisa ruim!

Se você acredita realmente que basta sorrir para um desconhecido, basta ser educado e demonstrar respeito ao próximo e pronto, fez sua parte, assine aqui o atestado de “elemento neutro inútil”.

Neutro e inútil?? Sim, neutro e inútil. Você, cumprindo os itens acima, não faz mais do que sua obrigação como ser social. Nada além disto. E isto é muito, muito pouco.

A vida segue e, dia após dia, continuarei me perguntando e buscando soluções reais, aplicáveis, laicas (!) e pertinentes para fazer a “minha parte” e (infelizmente, mas necessário) a parte de mais outros dez que só causam mal à este mundo.

A luta dos homens de bem continua.

“Para que o mal prospere, basta que o bem faça silêncio.”

1%


Quando era menino, ali mais-ou-menos no início da minha adolescência, eu decidi que ficaria rico. Teria uma casa grande e confortável, empregados, carros, faria viagens incontáveis pelo mundo afora.

Alguns poucos anos depois, descobri que 99% das pessoas que vivem desta forma chegaram a este patamar explorando gente simples, pagando a seus empregados salários injustos, utilizando de toda sorte de subterfúgios contábeis, etc.

Descobri logo cedo que eu NUNCA havia conhecido o 1% dos que chegaram à este STATUS de forma justa, limpa e idônea (bom, até hoje não conheço).

Resultado: decidi que iria trabalhar, fiz a ESCOLHA de ser feliz tendo um lar, uma consciência em paz e, se possível, graças ao meu suor e recebendo o pagamento por derramá-lo, teria algum conforto acima do que posso chamar de básico.

Aos 28 anos, graças ao caminho que trilhei, graças à educação (dura, rígida e corretiva) que recebi, graças às portas que se abriram e por ter aproveitado ALGUMAS delas, hoje eu sou um homem realizado. Um lar, contas em dia, uma futura esposa fantástica. Simples, sem extravagâncias sem injustiças em minhas mãos, sem sujeira sob meus pés.

Ser FELIZ sendo SIMPLES é uma ESCOLHA. A escolha de remar contra a maré, de ser feliz nas coisas simples, de não esperar que a vida seja um conto de fadas (fajuto), escolher dia após dia, que por mais que perder não seja agradável, faz parte da vida e devemos aprender. Escolher ser feliz, sem tirar a felicidade de outra pessoa, é possível. Mas é uma escolha difícil. Muito difícil.

Muitos dirão que esta regra faz parte do capitalismo, que o mundo é assim e “quem não competência que não se estabeleça”. Tolice.

O mundo não surgiu capitalista, nem qualquer outro “-ista” por aí.
Se não surgiu assim, não deixará de existir por falta dele.

Se você está cansado de ver gente na miséria injusta (sim, existe miséria justa…!), gente passando fome sem ter a mínima oportunidade de mudar este cenário, se está cansado de todas as mazelas espalhadas por este mundo causadas por uma longa história de injustiças, explorações e afins, faça o MÍNIMO que você pode fazer: SEJA DIFERENTE!!

Opinião: os pseudo-cristãos, a homossexualidade e o tal do Jesus


Serei sucinto: blogs/sites/portais religiosos que tentam argumentar contra homossexualidade me dão nojo.

Um exemplo de comportamento deles é ler a citação “homossexuais são promíscuos”.
É verdade, concordo!! Afinal de contas, os casos de padres (e outros líderes religiosos) que vemos não são de promiscuidade, são de abuso sexual, pedofilia e outros crimes previstos na lei.

Quer outra? Lá vai.
“Homossexualidade é uma doença”, é o que alguns deles dizem. 
Deve ser. 
Saudável mesmo é ser seguidor de uma religião que tem um dos maiores patrimônios (FINANCEIROS e bens) do mundo!!! Se você somar o patrimônios das igrejas católicas com o da protestantes cristãs, vai achar que Carlos Slim (multimilionário) é um miserável. Só que ele é dono de um império formado por empresas que visam o lucro. 

Ops, qualquer semelhança com as “grandes religiões” é mera coincidência.

Apenas pra constar, alguém informe às estas mentes tão religiosas (e desprovidas de raciocínio) que afirmam que a homossexualidade só está crescendo porque tem apoio midiático, que foi exatamente o apoio de imprensa (ou compra dela em alguns episódios, ou a censura delas em inúmeros outros) e de forças armadas que deu à RELIGIÃO cristã (protestantes e não protestantes) o grau de alcance que ela teve e tem.

Eu até compreendo (mesmo discordando, claro) o bizarro preconceito deste povo contra tudo que JULGAM errado.

Mas deixarei uma dica: sabe o tal do Jesus, aquele lá da Bíblia, o tal do Cristo? Pois então, ele disse pra vocês fazerem exatamente o CONTRÁRIO do que estão fazendo.

Desabafo: Gente que se gaba

Todos nós temos algumas coisas que nos causam tristeza, não importa o contexto. Hoje vou falar de uma que me causa tristeza e repulsa: gente que se gaba.

Há anos eu venho, aqui e ali, fazendo o mesmo discurso: se você tem orgulho do carro que você tem, ótimo. Ah, tem orgulho de sua família, bacana. Tem orgulho dos seus diplomas, puxa, que legal. Mas se não quer “cativar” a antipatia do mundo ao seu redor, deixe que este orgulho seja natural, discreto.

É consenso geral das pessoas mais próximas à mim: eu tenho preguiça da vida em sociedade. Mas é bom que não se confunda duas coisas distintas. Eu amo ter pessoas boas próximas à mim, mas eu tenho muita (mas MUITA) preguiça de sair da minha casa, do meu canto sossegado, para ir até uma reunião/festa/evento em que eu tenha que SUPORTAR gente estúpida e gente se gabando.

Quer conversar, ouça também. Quer argumentar, ouça os outros argumentos. Quer falar asneira, esteja ciente que eu não sou obrigado a te ouvir. Quer falar que Xuxa merece minha admiração pela carreira dela, fale, mas não espere minha aprovação. Quer me dizer que tudo está errado (ou o contrário), diga, mas não espere que o aplauda. Quer me falar que seu carro é mais foda que o meu, legal, mas não espere que eu tente contradizer você porque eu não irei.

É simples assim: eu não tenho paciência com gente estúpida e gente que se gaba. E é por estas, e outras, que eu me dou ao direito de permanecer em casa, na maior parte do meu tempo livre.

Isto se aplica à tudo e todos. Conhecidos, colegas, amigos, familiares, podcast, youtubers, etc. Se gabou demais, foi estúpido, pronto, você cativou minha rejeição à você.

Por hoje, é só… volto quando estiver mais calmo.

Mentira, este dia possivelmente nunca chegará.
Volto quando tiver algo a dizer.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Patux Poema Poesia #002

VAI ASSIM, SEM PERCEBER

Não importa se triste ou feliz, 
é assim que é.

Mais breve que o piscar dos olhos,
Mais instantânea que o clique da máquina fotográfica,
Mais sutil que o cair de uma pena,
Mais profunda que os abismos oceânicos.

Feliz ou triste, 
não importa como você encare,
Ir, sair, partir,
Quando a vida abandona o ser,
É assim.
Ponto.

[Patux]


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Diário Patux ed.20120115

Passou-se uma semana. 
Uma semana desde que fiz um GRANDE compromisso comigo mesmo. 
Um compromisso de mudança, de crescimento, de zelo com minha saúde.

Acho que nunca mudei tão poucas coisas de forma tão intensas como nesta semana. Mudei basicamente o que bebo, o que fumo (na verdade, o que não fumo) e algumas rotinas em casa e no trabalho.

Eu disse que pretendia não beber refrigerante, café, sucos industrializados, certo? E consegui. Minha proposta era me dar uma folga por semana, e me dei. Fora este momento, mantive a meta em dia.

Outra mudança: redução drástica no hábito de fumar, minhas doses diárias de nicotina (e demais venenos). Se há algumas semanas atrás eu fumava UM maço por dia, hoje fumo 1/6 disto. É uma mudança absurda. Coisa que só um fumante sabe dizer o que é.

No trabalho sou um cara mais centrado, mais calmo. Mais sério também, menos falante. Era necessário rever meu comportamento por lá.

Em casa, puxa vida, as mudanças na rotina são gritantes. Boas mudanças. Menos internet, mais família. Mais ainda!

Enfim, 2013 chegou e estou aproveitando a "onda" para mudar poucas coisas, mas profundas na definição de quem sou eu.

Até breve.

[Patux]

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Breve pensamento sobre sensualidade feminina

Para ser sensual uma mulher não precisa estar nua, semi-nua ou muito menos fazer o tipo físico das passarelas. 
Para ser sensual uma mulher só precisa de uma coisa: um olhar que transmita desejo.
Desejo?
Sim, desejo de viver, de intensidade, de conhecer, de experimentar, de fazer acontecer.
Uma mulher que transmite desejo de viver intensamente um momento (seja ele qual for!) através do olhar, esta mulher tem nas mãos o homem que quiser.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Diário Patux ed.20130107


Aquele papinho de sempre: ano novo, vida nova.

Sim… e não!

Sim, todo dia é um novo dia, logo, nova vida.

Não, o fato do (quase inútil) calendário gregoriano dizer que a humanidade começou um novo ciclo, para mim, é pura balela, mas…!

Acontece que tomei uma decisão drástica e que demandará um esforço absurdamente GIGANTE.

[PAUSA]
Só não é o maior esforço da minha vida porque o maior esforço da minha vida é ser só da Patuxa, este sim é o maior esforço da minha vida. Mas HOJE vale a pena.
[DESPAUSA]

Decidi dar um nome à este meu auto-desafio: Projeto Aguatux.
Eu ia chamar apenas de Projeto Águas, mas há outros bilhões com este nome, então “tux” entrou na “parada” e voilá, temos um nome.

Basicamente o projeto é quase insano: à partir de hoje só beberei água
Não, seus malucos, não vou deixar de comer, mas irei substituir todas as vezes que eu beberia refrigerante, sucos industrializados, café, cerveja, cachaça, vinho, whisky, etc, por água.

Para não pirar de vez, há uma regra de excessão: posso furar o regime UMA vez por semana. 
Não, não é UM dia, é UMA vez. Uma festa, uma cervejinha no happy-hour, um aniversário na família (até porque não vou em nenhum outro mesmo!).

Simples não acham!?

Se prometo êxito? Não. Não prometo. Mas prometo me esforçar.

Se consegui reduzir o consumo de cigarro de 4 maços/semana para 1,3 maços/semana (média calculada nos últimos 15 dias comparada com média do semestre antecedente), a alteração no consumo líquido é apenas mais uma mudança.

Então, Projeto Aguatux, aí vou eu…



Obs (triste): que vontade de fumar… mas não ando mais com cigarro… vou ficar na vontade mesmo…

Repelir e se gabar

Todos nós temos algumas coisas que nos causam tristeza, não importa o contexto. Hoje vou falar de uma que me causa tristeza e repulsa: gente que se gaba.

Há anos faço, cá e acolá, o mesmo discurso: "se você tem orgulho do carro que você tem, ótimo. Ah, tem orgulho de sua família, bacana. Tem orgulho dos seus diplomas, puxa, que legal".
Mas se não quer "cativar" a antipatia do mundo ao seu redor, deixe que este orgulho seja natural, discreto.

É consenso geral das pessoas mais próximas à mim: eu tenho preguiça da vida em sociedade. Mas é bom que não se confunda duas coisas distintas. Eu amo ter pessoas boas próximas à mim, mas eu tenho muita (mas MUITA) preguiça de sair da minha casa, do meu canto sossegado, para ir até uma reunião/festa/evento em que eu tenha que SUPORTAR gente estúpida e gente se gabando.

Quer conversar, ouça também. 
Quer argumentar, ouça os outros argumentos. 
Quer falar asneira, esteja ciente que eu não sou obrigado a te ouvir. 
Quer falar que Xuxa merece minha admiração pela carreira dela, fale, mas não espere minha aprovação. 
Quer me dizer que tudo está errado (ou o contrário), diga, mas não espere que o aplauda. 
Quer me falar que seu carro é mais foda que o meu, legal, mas não espere que eu tente contradizer você porque eu não irei.

É simples assim: eu não tenho paciência com gente estúpida e gente que se gaba. E é por estas, e outras, que eu me dou ao direito de permanecer em casa, na maior parte do meu tempo livre.

Isto se aplica à tudo e todos. Conhecidos, colegas, amigos, familiares, podcast, youtubers, etc. Se gabou demais, foi estúpido, pronto, você cativou minha rejeição à você.

Por hoje, é só... volto quando estiver mais calmo.

...

Mentira, este dia possivelmente nunca chegará.
Volto quando tiver algo a dizer.

Patux Poema Poesia #001

Ah, Sete Lagoas!

Ah, Sete Lagoas,
Até quando vou aspirar
Realizar o desejo de em ti morar,
Você que sempre foi o meu lar,

Foi em ti que vi 2013 nascer,
Assim, quase sem querer,
Fiquei quase sem perceber,
Mas às seis eu pude entender,

Nesta vida de ir-e-vir,
Um dia aí eu vivi,
Mas desde que parti
Muita falta de ti senti,

Não há porque se opor,
Belo Horizonte também é meu amor,
Mas o ritmo aqui é como desritmado tambor
Pressa, trânsito e o bom-senso caiu em torpor,

Parece ser um até um tabu,
Pensar que um dia o jovem Patux
Que em Belo Horizonte um dia acreditou,
Perceber que é Sete Lagoas quem o conquistou.

...

(texto de Beto Patux, cujo corpo habita em Belo Horizonte/MG, da série Patux Poema Poesia, ed. 001, 2013)